Sorocabanos poderão conferir curtas-metragens ambientais no Jardim Botânico nesta sexta-feira

O Jardim Botânico “Irmão Villas-Bôas” sediará nesta sexta-feira (31), a partir das 19h, a 3ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental. Os sorocabanos poderão assistir a curtas-metragens ambientais gratuitos, além de ter a oportunidade de contemplar o espaço ecológico numa visita noturna pelo parque.

Promovida pela Prefeitura de Sorocaba, por meio das Secretarias do Meio Ambiente (Sema), Cultura (Secult) e Educação (Sedu), a atividade faz parte da itinerância da 3ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental, realizada pela ONG Ecofalante, e tem parceria com o Sesc Sorocaba, Senac, Universidade de Sorocaba (Uniso) e Universidade Estadual Paulista (Unesp).

O objetivo da mostra é incentivar espaços para exibição de filmes com temática socioambiental, contribuindo como novas alternativas para educação ambiental, sensibilizando e aproximando o público de realidades locais e globais. 

No Jardim Botânico serão exibidos os filmes “Aluga-se”, “Apocalipse de Verão”, “Areia”, “Linear” e “Serra do Mar”, todos brasileiros e com duração média de 12 minutos. 

A Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental acontece desde 2012 e essa é a primeira vez que vem a Sorocaba. Foram exibidos até hoje 176 filmes, oriundos de todos os continentes, em mais de 50 espaços em 17 cidades no Estado de São Paulo. 

O Jardim Botânico “Irmãos Villas-Bôas” funciona de terça a domingo, das 9h às 17h, e está localizado na Rua Miguel Montoro Lozano, 340, no Jardim Dois Corações. A entrada é gratuita.

 

Sobre os curtas-metragens

 

“Aluga-se” (BRA, 2012) – Marcela Lordy

O filme conta a história de Clarice e Antonio, um retrato da verticalização caótica de São Paulo e a percepção do espaço público como uma tradução de nós mesmos. Quanto o espaço urbano influi no nosso espaço interior? Como será amar alguém numa cidade que vive apagando sua memória? 

 

“Apocalipse de Verão” (BRA, 2013) – Carolina Durão

Rio de Janeiro, 45 ° C, praias lotadas: um apocalipse de verão! Daniel, 8 anos, está de férias na praia, onde experimenta diversos mundos e se diverte entre a fantasia e a realidade. Um dia, o mar está cheio de algas tóxicas. A praia está imprópria! Será o fim do verão?

 

“Areia” (BRA, 2013) – Humberto Kzure-Cerquera

Um olhar sobre as contradições entre o ambiente natural e o ambiente construído. Documentário realizado na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, onde se caracteriza uma área de expressiva extração mineral de areia destinada à construção civil. Ressalte-se, porém, que o filme busca revelar na sequência de imagens a dicotomia relativa aos processos socioeconômicos e aos impactos sobre o meio ambiente. O passivo ambiental que o filme expõe, e que inclui a formação de várias lagoas, indica a reflexão: quais as alternativas futuras para o processo de edificação nas cidades?

 

“Linear” (BRA, 2012) – Amir Admoni 

A linha é um ponto que saiu caminhando.

 

“Serra do Mar” (BRA, 2012) – Iris Junges 

Jonas vigia as torres de energia da Serra do Mar. Um incêndio ocorre na mata.

 

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