Voltado a produtores de queijo, comerciantes, profissionais do setor alimentício, veterinários e estudantes, acontece no dia 22 de setembro, das 8h30 às 12h, no auditório da Biblioteca Municipal “Jorge Guilherme Senger”, no Alto da Boa Vista, o 2º Seminário de Alimentos, com o tema “Queijos: Qualidade e Comercialização”. O evento é uma realização da Prefeitura de Sorocaba, por meio da Seção de Agricultura e Abastecimento da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedet).
De acordo com o organizador, o veterinário André Luiz Mota da Costa, o objetivo é divulgar o Serviço de Inspeção Municipal (SIM), vinculado à Sedet. A ideia é mostrar ao público a necessidade da higienização correta do alimento e os cuidados sanitários adequados durante a fabricação de qualquer tipo de queijo, para que se atinja a excelência na qualidade do produto.
De acordo com a programação, logo após a abertura oficial do seminário, acontece a palestra “Qualidade de Queijos”, com o farmacêutico e nutricionista Luis Henrique Garcia Amoedo, professor da Faculdade Oswaldo Cruz e da Universidade de Mogi das Cruzes.
Em, seguida, às 10h30, o diretor da Coordenação Geral de Inspeção de Produtos de Origem Animal, da Coordenadoria de Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo, o médico veterinário César D. Krüguer, abordará o tema “Boas práticas na fabricação de queijos”.
O seminário tem como público alvo os comerciantes, produtores de queijo, professores de diversas áreas, como Biologia, Nutrição, Engenharia de Alimentos, Veterinário e Gastronomia.
Informações e inscrições pelos telefones 3316.1647/1649/1650 ou pelo e-mail servicoinspecaomunicipal@sorocaba.sp.gov.br. As vagas são limitadas.
Serviço de Inspeção Municipal
Criado pela Lei Municipal nº 9.440/10, o SIM objetiva a prévia inspeção sanitária dos produtos de origem animal e vegetal e seus derivados, produzidos, manipulados, acondicionados e em trânsito no município. O intuito, segundo a Sedet, é garantir a qualidade dos produtos consumidos pela população, trazendo a ela confiança e segurança para a aquisição daqueles que são registrados. Ao mesmo tempo, a ideia é aumentar a competitividade do produtor e possibilitar a abertura de novos mercados que exigem produtos de origem controlada.