Prefeitura disponibiliza mais 8 leitos de pediatria no Gpaci

Por: André Reis - areis@sorocaba.sp.gov.br

Tendo em vista o aumento de registros de casos de doenças respiratórias em crianças, bem como na procura pelo atendimento no setor de pediatria, a Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria da Saúde (SES), disponibiliza a partir desta segunda-feira (27), oito leitos de observação no Hospital do Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil (Gpaci), conveniado com o município para atendimento de referência SUS.

Os novos leitos vão contribuir, principalmente, para desafogar as Unidades Pré-Hospitalares (UPHs) Zona Oeste e Zona Leste e a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Éden, responsável pelo atendimento de urgência e emergência em pediatria. Somente na UPH Leste, o total de consultas de pediatria – não apenas os casos de doenças respiratórias – aumentou de 5.500 em fevereiro, para 9 mil em março; o acréscimo é de 39%.

Atualmente, o município mantém no Gpaci, referência no município para atendimento desse público, 22 leitos de enfermaria e 05 na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Já no Hospital Santa Lucinda, os leitos disponíveis são para os casos clínicos, cirúrgicos e cirúrgicos eletivos.

Esses 08 novos leitos no Gpaci vão custar à Prefeitura R$ 271,1 mil ao mês. O gestor administrativo da SES, Ailton Ribeiro, destaca que os leitos serão apenas para os pacientes referenciados que necessitem de atenção hospitalar, encaminhados por meio da Central de Regulação de Leitos. “É importante frisar que as pessoas não devem procurar diretamente o hospital Gpaci”, esclarece.

 

Doenças respiratórias

O período contribui para o aumento na procura dos atendimentos de urgência e emergência do município. Desta forma, ao ser referenciado para o hospital, o paciente fica no aguardo da disponibilidade, nos próprios leitos das unidades da UPA ou UPHs.

As crianças que têm doenças como bronquite, asma e alergia devem, além de manter as consultas regulares ao pediatra, manter a regularidade no uso das medicações prescritas, informa a SES. A falta do medicamento causa a instabilidade e pode se transformar em doenças agudas. Nesses casos, a SES aconselha procurar uma unidade de Pronto-Atendimento e, caso necessário, a pedido de um médico, será depois encaminhado para a unidade hospitalar.

 

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