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Acessado em: 30/11/2025 - 06h03

Operação cata-treco atinge 360 toneladas de materiais recolhidos

Por: claudio rostellato – crostellato@sorocaba.sp.gov.br

Foto: Emerson Ferraz - eferraz@sorocaba.sp.gov.br

A Operação Cata-Treco desenvolvida pela Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria de Serviços Públicos (Serp), iniciou nesta segunda-feira (4), a 11ª semana consecutiva de trabalhos. Com a ação desenvolvida no Jardim Brasilândia, o total de materiais recolhidos das residências chegou a 360 toneladas.

Ao longo de 44 dias, a operação percorreu vários bairros, tais como Jardim São Lourenço, Mineirão, São Matheus, São Conrado, Jardim Montevidéu, Santo André, Guadalupe, Chácara Barreiro e Jardim Saint Monique, entre outros. Nesta terça-feira (5), a ação continua no Jardim Brasilândia e Vila Melges.

Os caminhões passam sempre a partir das 9h e os moradores devem colocar todo o material que desejam descartar nas calçadas, em frente das suas casas. Vale lembrar que a Operação Cata-Treco não recolhe entulho, outros resíduos de construção ou lixo doméstico.

Os materiais recolhidos são, em maioria, sofás quebrados, eletrodomésticos fora de uso como geladeiras, fogões, tevês, ventiladores e micro-ondas. Também é comum o descarte de tanques de lavar roupas, guarda-roupas, camas quebradas, pneus, latas e até vasos sanitários quebrados.

Esses materiais estavam, na maioria das casas, armazenados no quintal e expostos, aumentando os riscos de acumular água e consequentemente tornar-se em criadouro do mosquito Aedes aegypti. No Aterro de Inertes, para onde é levado todo o material recolhido, formam-se montanhas de inservíveis que os sorocabanos armazenavam, principalmente nos quintais. O principal objetivo da ação é o de, justamente, retirar quaisquer materiais que possam se transformar em criadouros do mosquito da dengue.

Para o secretário de Serviços Públicos Oduvaldo Denadai, esse trabalho diário tem sido fundamental para ajudar Sorocaba a minimizar os problemas que podem ser causados pelo Aedes, que além da dengue é o responsável pela febre chikungunya e zika. “Retiramos os mais diversos tipos de objetos plásticos, metais ou de madeira de dentro dessas casas. Se isso não fosse feito e eles ficassem expostos ao tempo poderiam reter água e se tornar um risco à saúde pública”, lembrou.