A operação cata-treco, desenvolvida pela Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria de Serviços Públicos (Serp), já recolheu das residências de diversas regiões da cidade, 316 toneladas de materiais inservíveis. Esta semana, a ação percorreu bairros como Vila Helena, Jardim Nogueira, Jardim Francine, Jardim Tupinambá, Jardim Camila, Vila Eros, Vila Barão, Jardim Marise, Jardim Celeste, Vila Barão, Jardim Baronesa e Jardim Zulmira.
Entre os dias 21 e 23, a operação percorrerá as ruas dos bairros Humberto de Campos e Jardim Nova Esperança, com os caminhões passando a partir das 9h. Por causa disso, e para colaborar com o serviço, os moradores desses bairros devem colocar todo o material que desejam descartar nas calçadas em frente as suas casas. Vale lembrar que a Operação Cata-Treco não recolhe entulho, outros resíduos de construção ou lixo doméstico.
Os materiais recolhidos são, em maioria, sofás quebrados, eletrodomésticos velhos que não funcionam mais, como geladeiras, fogões, tevês, ventiladores e micro-ondas. Mas também tem tanques de lavar roupas, guarda-roupas, camas quebradas, pneus, latas e até vasos sanitários quebrados.
No Aterro de Inertes, para onde é levado todo o material recolhido, formam-se montanhas de inservíveis que os sorocabanos armazenavam em suas casas, principalmente nos quintais. O principal objetivo da ação é o de, justamente, nas calçadas em frente as suas casas, retirar quaisquer materiais que possam se transformar em criadouros do mosquito Aedes aegypti. Os agentes atuam perguntando aos moradores se têm algum material para descartar.
Para o secretário de Serviços Públicos, Oduvaldo Denadai, esse trabalho diário tem sido importante para retirar das casas materiais inúteis que podem armazenar água e, consequentemente, se tornar um criadouro do mosquito da dengue. “São os mais diversos tipos de objetos plásticos, metais ou de madeira que muitas vezes ficam expostos ao tempo e podem reter água e se tornar um risco à saúde pública”, afirma.