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Acessado em: 14/01/2026 - 22h38

Meninas do handebol têm partida importante contra Jundiaí pela Lhesp

Por: Esdras Felipe Pereira (Programa de Estágio) Supervisão: Mariana Campos/Secom

Foto: Emerson Ferraz - eferraz@sorocaba.sp.gov.br

A seleção sorocabana de handebol feminino, categoria adulto, tem uma verdadeira “prova de fogo” neste domingo (12), às 16h, pela liga estadual da modalidade, a Lhesp. As meninas enfrentam a Associação Jundiaí de Esportes, no Ginásio Poliesportivo das Faculdades Einstein, em Limeira. O confronto reúne dois “ingredientes” especiais: além das equipes serem adversárias diretas na briga pelo título da competição, algumas atletas que hoje atuam por Sorocaba já tiveram passagem pelo time rival.

A equipe local é fruto de uma parceria entre a ONG Inclusão Social e a Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer (Semes). As meninas ocupam a terceira colocação da Lhesp, com 16 pontos. Estão logo atrás de Jundiaí, que tem 18. Na partida, Sorocaba terá a oportunidade de quebrar a invencibilidade das jundiaienses, que venceram todas as seis partidas disputadas. “A nossa equipe vem de boas partidas e se mantiver o mesmo ritmo dos últimos jogos tem tudo para vencer”, acredita a auxiliar técnica da seleção sorocabana, Aline Rosas, a Pará.

Em caso de vitória, dependendo da quantidade de gols marcados, Sorocaba pode até reassumir a liderança da Lhesp. O XV de Piracicaba/Unimep/CLQ/Selam está na ponta da tabela, com 19 pontos e saldo de 87, mas tem um jogo a mais. Sorocaba tem 80 de saldo. “Se ganharmos será um passo importantíssimo na competição”, afirma Pará.

Preparação

De acordo com Pará, embora seja uma partida de rivalidade acentuada, as meninas de Sorocaba não devem mudar a postura tática adotada nas disputas anteriores. “O nosso contra-ataque é muito forte. É claro que a defesa fica um pouco comprometida, mas é nosso esquema de jogo”, explica. Tanto ela como a técnica Ana Maria da Silva foram atletas da modalidade e jogavam como pontas, o que influencia diretamente no aspecto ofensivo de suas comandadas.

Pará confessa que têm algumas “detetives” dentro do elenco, que passaram informações privilegiadas a respeito do grupo de Jundiaí. Uma delas é a pivô Maria Claudia Crepaldi Vieira, de 28 anos, com passagem pelo adversário no ano passado. “É claro que deixamos amigas por lá, mas jogo é jogo e a vontade de ganhar com certeza prevalece”, declara. Ela garante que, se marcar gols, não vai deixar de comemorar. “E quero fazer bastante, por sinal”, brinca.

Classificação

Na categoria adulto, 13 equipes integram a chave. Dessas, as quatro melhores colocadas disputam a chamada Série Ouro da Lhesp. Em seguida, as equipes da 4ª a 8ª posição são selecionadas para a Série Prata. Por último, do 9º ao 12º lugar, acontece a disputa da Série Bronze.