Com Zona Franca de Inovação, Parque Tecnológico dá exemplo ao Brasil

Por: André J. Gomes

Nesta quinta-feira (12), a Câmara Municipal de Sorocaba aprovou, por unanimidade, o Projeto de Lei Ordinária 174, autorizando a Prefeitura de Sorocaba a conceder incentivos fiscais às empresas, universidades e institutos de pesquisa públicas ou privadas instaladas no Parque Tecnológico de Sorocaba, que a partir de agora ganha o status de “Zona Franca de Inovação” e passa a oferecer o maior número possível de vantagens a seus parceiros.

“Isso faz de nós a melhor opção para as empresas interessadas em investir em tecnologia, pesquisa e inovação. Criamos o conceito de ‘Zona Franca de Inovação’ exatamente por isso, para marcar essa nova fase do Parque Tecnológico”, explica o presidente do PTS, Roberto Freitas. “Estamos dando um salto que nos fará crescer de modo exponencial nos próximos cinco anos”, prevê o executivo.

Segundo Freitas, a aprovação da lei abre as portas do Parque para uma série de inovações, entre elas a possibilidade de Sorocaba atrair novas empresas para a cidade e inúmeros projetos de base tecnológica, como sediar uma grande universidade, criar laboratórios de pesquisa, desenvolvimento e inovação e outras ações importantes para o crescimento da cidade, com a geração de empregos de qualidade.

Para marcar este novo momento, Freitas lembra os números expressivos do Parque Tecnológico nos últimos anos, como as cerca de 70 mil pessoas que passaram por seus cursos e eventos, as 12 mil crianças da rede municipal de ensino atendidas no Laboratório da Lego Education dentro do Parque, os mais de 300 empregos gerados, mais de 150 alunos atendidos na Universidade Virtual, 100 startups apoiadas e aproximadamente R$ 5 milhões que retornam para os cofres públicos por ano em razão do lucro das empresas.

Para 2018 estão previstos investimentos como a criação de um FAB Lab (conceito em inglês que significa laboratório de fabricação”, um espaço onde pessoas de diversas áreas se reúnem para realizar projetos de fabricação digital de forma colaborativa), a instalação de uma escola de Economia Criativa e outras ferramentas importantes para o desenvolvimento do Parque Tecnológico.

“Tudo isso é apenas o começo. Nosso Parque caminha para o futuro, tem muito a contribuir para o crescimento da nossa cidade e já é um exemplo para o Brasil. É nesse sentido que estamos seguindo e temos muito ainda para crescer e inovar”, conclui Roberto Freitas.