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Acessado em: 30/11/2025 - 05h58

Alunos assistem ao espetáculo “O Menino que Não Sabia Chorar”

Por: Pedro Guerra – pguerra@sorocaba.sp.gov.br

Foto: Emerson Ferraz - eferraz@sorocaba.sp.gov.br

Peça de teatro é baseada nas ilustrações de artista plástica sorocabana

Alunos da Escola Municipal “Professora Julica Bierrenback” participaram de uma atividade, na manhã desta quinta-feira (01), que ficará marcada nas suas memórias. Três turmas (2º, 3º e 5º anos) assistiram à pré-estreia da peça de teatro “O Menino que Não Sabia Chorar”, na sala da Fundação de Desenvolvimento Cultura de Sorocaba (Fundec).

Cem estudantes que fazem parte do projeto “Oficina do Saber – Programa Escola Viva” puderam conferir a história de Bento, um menino em busca de um choro. A história é baseada nas ilustrações e texto da artista plástica e estilista sorocabana Luiza Pannunzio, que criou o personagem inspirado no seu próprio filho Bento, hoje com três anos.

O garoto nasceu com um caso raro de fissura labiopalatina: o canal lacrimal do olho direito não se formou. “Foi muito legal saber a história. Eu não sabia disso. Foi bem divertido”, diz Isadora Cristina Zanella Corrêa, 9 anos. Lucas Pagani de Jesus, 7 anos, também achou divertido. “Foi bastante legal”, fala ele, um pouco timído.

Na peça, Bento e sua irmã Clarice (que existe também na vida real) vão em busca do choro do menino. No caminho, encontram personagens muito divertidos que tentam fazer o garoto chorar: o vovô Caruso (inspirado no avô do Bento, o ator Marcos Caruso).

A artista plástica Luiza Pannunzio falou que é emocionante ver a história do seu filho contada numa peça de teatro. “Eu nem tenho palavras. É uma história que precisava ser contada. E estrear aqui (Sorocaba) é muito significativa pra mim. Minha terra aonde eu nasci, perto da minha família é muito bom”, diz.

A apresentação também contou com a presença do ator e avô de Bento, Marcos Caruso. “Nós todos temos compromissos sociais. Eu acho que, através do teatro, você pode fazer com que essas crianças, essas pessoas se sintam totalmente integradas na sociedade. Essa é a função deste espetáculo”, afirma o ator.