Produtores, comerciantes, profissionais do setor alimentício, veterinários e estudantes participam no próximo dia 15 de setembro, no auditório da Biblioteca Municipal “Jorge Guilherme Senger”, do 5º Seminário de Alimentos da Seção de Agricultura e Abastecimento da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedet). O evento é gratuito e acontece das 8h30 às 12h.
Neste ano o tema do encontro será “Os programas de autocontrole e o gerenciamento de alergênicos na indústria de alimentos” e tem por objetivo divulgar o Serviço de Inspeção Municipal (SIM), que é vinculado à Sedet. “A ideia é mostrar ao público a necessidade da higienização correta do alimento e os cuidados sanitários durante sua manipulação, para que se atinja a excelência na qualidade do produto”, conta a veterinária Fabiana Ribeiro. Por isso mesmo, o público-alvo são os comerciantes, produtores, professores e alunos de áreas como Biologia, Nutrição, Engenharia de Alimentos, Veterinária e Gastronomia.
A programação do seminário ainda prevê, após a abertura oficial, a realização da palestra “Programas de Autocontrole em Indústrias de Produtos de Origem Animal”, que será ministrada pelo fiscal federal agropecuário do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), o veterinário Francisco Marcos Dias Thomazella.
Em seguida, o “Gerenciamento de Alergênicos na Indústria de Alimentos”, entra na pauta do dia com a participação da nutricionista Conceição Sant Anna Lima Barbosa. Informações e inscrições podem ser obtidas pelos telefones 3316.1641/1643/1644/1650 ou pelo e-mail servicoinspecaomunicipal@sorocaba.sp.gov.br[1] .
O SIM
Criado pela Lei Municipal nº 9.440/10, o SIM atua na prévia inspeção sanitária dos produtos de origem animal e vegetal e seus derivados, produzidos, manipulados, acondicionados e em trânsito no município. O intuito, segundo a Sedet, é garantir a qualidade dos produtos consumidos pela população, trazendo a ela confiança e segurança para a aquisição daqueles que são registrados. Ao mesmo tempo, a ideia é aumentar a competitividade do produtor e possibilitar a abertura de novos mercados que exigem produtos de origem controlada.